Nossa Senhora

Em Aparecida

Por Sula em 18 de abril de 2012

em Variados

O motivo maior e principal da nossa viagem é agora. Chegamos a Aparecida para  pagar uma promessa que foi feita pela minha sogra para que nós pagássemos, mas não tem problema pagamos numa boa.Tadinha dela.

Quando chegamos eu disse para o Edgar: “Prepare-se para fortes emoções”

Mas nem eu mesma sabia do tamanho dessa emoção.

Era dia de festa para São Benedito e o mundo e mais um pouco de gente estavam lá. Tinha também 5000 cavalos e seus cavaleiros para homenagear o santo, não é exagero nem modo de falar, tinha mesmo esse tanto de cavalos, o padre falou durante a missa.  Estava um calor escaldante, de derreter, depois caiu um temporal assustador que atrapalhou a festa dos peões.

Tudo isso somado, junto e misturado, eu desabei. Tive uma crise de choro, passei mal. Mas eu sou emotiva mesmo e cumprir a promessa mexeu comigo.

Já fui outras vezes a Aparecida mas ver a NOSSA MÃE é sempre uma emoção indescritível. Aquele lugar santificado, a fé que dá para ver e sentir nos olhos de cada pessoa que está lá é algo que nos deixa mais perto de DEUS.

Se tem uma coisa na minha vida que gosto e que me orgulho é de ser Católica, não saberia viver sem ter a Mãe de DEUS e Nossa Mãe também, intercedendo por mim.

Nossa Senhora Aparecida

Na escadaria em frente a Basílica…

Aparecida

Tirei a foto de dentro do carro bem na hora que chegamos lá…

Aparecida

Eu sei que esta quantidade de ônibus, ou até mais, lá em Aparecida é normal mas que assusta, assusta…

Aparecida

Da janela do nosso quarto no hotel dava pra ver a imagem em cima do morro. É claro que dei zoom porque fica bem longe e a noite se ilumina, linda!!…

Aparecida

Continua amanhã!

“Quem ama extremamente deixa de viver em si e vive no que ama.”
Platão

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Maktub

Por Sula em 22 de outubro de 2011

em Livro, Variados

Adoro esse texto do Paulo Coelho no Livro Maktub!

Compartilho com vocês!


“O Menino Jesus.

Nossa Senhora, com o Menino Jesus em seus braços, resolveu descer
à Terra e visitar um mosteiro. Orgulhosos, todos os padres fizeram uma grande fila, e cada um chegava diante da Virgem para prestar sua homenagem.

Um declamou belos poemas, outro mostrou suas iluminuras para a Bíblia, um terceiro disse o nome de todos os santos. E assim por diante, monge após monge, homenageou Nossa Senhora e o Menino Jesus.

No último lugar da fila, havia um padre, o mais humilde do convento, que nunca havia aprendido os sábios textos da época. Seus pais eram pessoas simples, que trabalhavam num velho circo das redondezas, e tudo que lhe haviam ensinado era atirar bolas para cima e fazer alguns malabarismos.

Quando chegou sua vez, os outros padres quiseram encerrar as homenagens, porque o antigo malabarista não tinha nada de importante para dizer, e podia desmoralizar a imagem do convento. Entretanto, no fundo do seu coração, também ele sentia uma imensa
necessidade de dar alguma coisa de si para Jesus e a Virgem.

Envergonhado, sentindo o olhar reprovador de seus irmãos, ele tirou algumas laranjas do bolso e começou a jogá-las para cima, fazendo malabarismos, que era a única coisa que sabia fazer.

Foi só neste instante que o Menino Jesus sorriu, e começou a bater palmas no colo de Nossa Senhora. E foi para ele que a Virgem estendeu os braços, deixando que segurasse um pouco o menino.”

Este trecho do livro nos mostra que muitas vezes o pouco é muito!

 

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